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quinta-feira, 17 de abril de 2014

FUI MULHERZINHA PARA O CACETUDO!

 
 
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Embora sempre gostando de mulher e tendo sido casado por um longo período, às vezes sinto uma atração por homens, que chega e vai embora, sem maiores conseqüências. Acredito que isto não seja uma coisa incomum e que a maioria dos homens já tenha se excitado com, pelo menos, dois tipos de fantasia: ser traído pela sua mulher e experimentar alguma espécie de contato sexual com outro homem. Pessoalmente, eu já pensei nas duas, muitas vezes, e quando a "fase" daquela fantasia se vai, eu nunca senti qualquer desconforto ou sofri qualquer crise de consciência, porque acho que o homem é, por natureza, um ser meio devasso mesmo e que essas pequenas fantasias servem para temperar a vida sexual das pessoas. Num desses períodos em que me descobri pensando, com tesão, noutros homens (nunca em algum conhecido ou numa pessoa em especial), comecei a visitar uns sites de fotos masculinas, com imagens de homens nus — transando ou simplesmente pelados e de pau duro — e a freqüentar essas salas de bate-papo, entre gays e afins. Foi quando percebi que a imagem de um cacete grande, inchado de vontade, era algo que, realmente, mexia comigo e me deixava com tesão. Eu me masturbei muitas vezes olhando para esse tipo de imagem e passei mesmo a colecioná-las (justamente para esse fim), num arquivo super reservado, a que só eu tenho acesso. A primeira chance que eu tive de um contato físico e sexual direto com outro homem, foi num cinema, que exibia filmes pornô, numa viagem que fiz. Não eram filmes do gênero gay, mas tendo me sobrado algum tempo na agenda daquele dia, entrei no cinema e, lá dentro, percebi que a sacanagem não estava rolando só na tela. Na sala de projeção o ambiente era de completa liberalidade e acabei ficando tão excitado que tomei coragem e acabei punhetando e mamando um moreno forte que veio se sentar ao meu lado e, em poucos minutos, tinha posto o pau para fora e se alisava sem nenhum constrangimento. Não pude resistir em olhar para aquele cacete escuro e meio torto, iluminado pelo reflexo da luz que vinha da tela. Perdi a vergonha e encarei com vontade aquela cena. Era tudo quanto o exibicionista ao meu lado queria e não demorou muito a me dizer: "Se quiser, pode pegar e pode chupar...". Não precisou insistir para que eu o substituísse na deliciosa tarefa de masturbar aquele caralho negro. Repeti o mesmo tipo de experiência mais duas vezes (nunca passando disto), até que, teclando num chat desses, conheci um cara (já havia teclado com outros, com os quais não me senti seguro o suficiente para arriscar nenhum encontro), cujo nick evidenciava que ele era cara razoavelmente dotado. Mas não foi isso o que me atraiu, porque, nestas salas de bate papo, as pessoas mentem muito e, sobretudo, quanto a isto. O que me atraiu nele, foi a sua educação, o seu jeito tranqüilo de conversar e, mais que tudo, o fato de deixar entender que não era nenhum garotão querendo motivo para se masturbar na frente do computador. Tratava-se, como tive a oportunidade de confirmar depois, de um homem de 43 anos, profissional responsável e estabilizado financeiramente, que procurava, sim, pessoas com as quais, de fato, valesse a pena ter um contato real. Teclamos, naquela tarde de sábado, durante umas duas ou três horas, ao final das quais eu me convenci de que, talvez, houvesse encontrado o tipo de homem com quem eu poderia ter uma experiência física mais ousada e mais completa. Trocamos os nossos e-mails e continuamos a trocar mensagens por uns dois ou três meses. Nesse meio tempo, acabamos trocando nossas fotos também, para que ambos pudéssemos avaliar o outro, do ponto de vista físico, de uma forma mais concreta, embora, por uma questão de segurança recíproca, nessas fotos não aparecessem os nossos rostos. E nem precisava. Uma coisa que ficou bem clara para nós dois (e esse era um dos motivos de nossa afinidade), foi que, por uma questão de preferência pessoal, eu não sentia qualquer vontade ou disposição de ser ativo, num tipo de contato sexual como este, e ele não toparia estar na posição de passivo, em nenhum momento. Embora ressaltando que eu não sou e nem curto afeminados. Então, acabei programando uma viagem até o Rio de Janeiro, onde ele mora, hospedei-me num hotel e, horas depois da minha chegada, ele foi visitar-me, como se fôssemos dois profissionais comuns, tratando de negócios. Ninguém acharia nada de estranho nisso, porque somos ambos másculos e maduros; portanto sem qualquer discrepância que pudesse chamar a atenção de quem quer que seja. Da portaria, ele pediu que me avisassem que já estava esperando por mim e eu, aparentando a maior naturalidade para o pessoal da recepção, respondi um: "Pergunta se ele não prefere subir para a gente conversar enquanto eu termino de organizar a documentação por aqui...". Naturalmente o convite foi aceito e, pela primeira vez na vida, eu me vi trancado dentro de um hotel com um outro homem, sabendo que iria ter sexo com ele. As preliminares não foram propriamente embaraçosas, mas levamos algum tempo até nos colocarmos inteiramente à vontade. Ele facilitou as coisas para mim, sabendo que era a minha primeira vez e tenho certeza de que, graças a isto, aquele momento foi tão prazeroso. O corpo dele eu já conhecia pelas fotos. Mas quando vi aquele cacete duro pertinho de mim, confesso que senti um frio correr a minha espinha. Não que fosse gigantesco: perguntei e ele me disse que tinha uns 20 cm ou um pouquinho mais. Mas era grosso... grosso de meter medo! Falei prá ele: "amigo, vamos combinar uma coisa, tá? Se for muito dolorido ou me incomodar muito, a gente esquece a penetração, você concorda?". Ele disse que, com toda certeza, não insistiria, se não estivesse legal para mim. Mas que faria com muito cuidado e só entraria em mim depois que eu estivesse tão excitado e com tanta vontade, que eu não iria querer parar. "Em compensação, eu também quero combinar uma outra coisa", me disse ele. "Eu sei que você é homem, não é afeminado e também curte as mulheres. Mas se eu conseguir comer o seu rabo sem que sinta dor ou desconforto, se você ficar bem excitado na hora que estiver tomando na bunda, ou vou tratar você como se fosse a minha mulherzinha, está combinado? Embora eu já estivesse excitado com aquela situação, porque, nessa altura das coisas, eu já estava massageando e boqueteando o pau dele (com um enorme tesão, diga-se de passagem), não entendi bem o motivo daquilo e perguntei a razão. "Nada de especial", respondeu. "É que me excita muito, enrabar um homem normal, como você, que não é gay, nem afeminado, nem nada, e transformá-la numa fêmea, durante a trepada. Sinto a maior tara, com isso! Mas depois de tudo, você será o mesmo para mim. Iremos nos tratar com a mesma consideração de sempre e eu olharei para você como um homem igual a mim". Cheio de tesão como eu estava naquela hora, resolvi encarar aquela fantasia dele e disse que eu concordava. Chupei-o por um monte de tempo, lambi e massageei aquele cacetão pelo tempo que eu quis, até o momento em que, nós dois excitadíssimos, ele me olhou de um jeito diferente e, segurando-me pela cintura, para me colocar de quatro sobre a cama, ele me disse, como se estivesse falando com uma mulher: "venha querida, que estou querendo meter em você agora". Foi outro arrepio na espinha. Percebi que eu ia começar a ser uma mulherzinha para aquele cacetudo. Eu ainda disse um "vai devagar, cara, que se doer a gente vai parar"... Mas ele me corrigiu: "Cara, não. Agora eu sou seu macho, seu amante, seu namorado ou até seu marido..." Dizia essas coisas enquanto espalhava uma porção de KY no meu cu e no próprio pau. Eu disse, "tá bem, querido, mas meta em mim bem devagar, porque eu nunca fiz isso e não quero sentir dor. Eu não estou acostumada". Ele encostou a cabeça do pauzão no meu rabo e começou a fazer uns movimentos lentos, como se estivesse tentando a entrada e, numa dessas, entrou mesmo. Tomei um susto e pedi que ele fosse devagar. Ele segurou um pouquinho, mandou que eu relaxasse e me disse: "Calma, garota; na lua de mel a mulher sempre sente um pouco de dor, mas não vai ser nada demais. Você vai ser bem fodida e vai gostar, eu prometo!". E de fato, eu gostei muito! Demoramos mais de uma hora nessa função, mudamos de posição algumas vezes e ele me tratou como se eu fosse a sua mulher o tempo todo, enquanto aquilo durou. Estranho, mas confesso que muito excitante, naquelas circunstâncias. Acabou tirando a camisinha e gozando em cima da minha bunda. Depois brincou que seria estranho se a garota dele, na primeira relação, não tivesse nenhum contato com o esperma do seu homem. Ele empurrou tudo aquilo dentro de mim, por incrível que pareça, sem que eu sofresse muito. Levei aquele cacetão todo no rabo mas, como conseqüência, tudo o que me sobrou foi uma ardência nas pregas, pelo resto do dia e no dia seguinte. Dor mesmo, eu não posso dizer que tenha sentido, exceto na primeira metida. Mas convenhamos que, não sentir nem mesmo isso, também seria querer demais, não é mesmo? Afinal de contas, naquele dia e por aquele cacetudo é que eu fui deflorado...
 

Priminho gostoso.

 
 
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  Tenho 18 anos e tenho um primo chamado André que costuma vir muito em minha casa. Ele é moreno, alto, corpo esbelto, e meio "ingênuo" em relação ao sexo. De um certo tempo para cá comecei a sentir algo estranho sempre que via ele e me dava muito tesão. Certo dia fiquei sozinho e liguei para ele vir até minha casa mas antes me vesti com uma camisa e um short bem curto sem cueca. Ele chegou e fomos ver televisão. Ele sentou no sofá e eu sentei em frente à ele com as pernas abertas para que meu pau aparecesse. Notei que ele olhava de vez em quando e ficou meio sem graça. Até sorria de vez em quando mas meu pau logo endureceu e não quis que ele percebesse então fechei as pernas até amolecer. Acabei tendo outra idéia. Chamei ele até o meu quarto e ficamos conversando um pouco com ele sempre dando uma olhada para baixo para ver meu pau que ficava fora do short. De repente tirei a blusa e o short e fiquei pelado na frente dele, só que de costas e sai andando para o banheiro dizendo que iria tomar um banho e chamei ele. Deixei a porta do box aberta para ele me observar e notei que ele ficava olhando meu pau toda hora porque ele estava com um tamanho que não costumava estar pois tinha acabado de amolecer. Eu comecei a esfregar meu pau na frente dele até que endureceu de novo então eu virei de costas e comecei a tocar uma punheta ali mesmo mas ele não percebeu nada porque eu gozei rápido. Peguei a toalha e comecei a me secar sempre arregaçando meu pinto. Logo depois fomos para a rua e só voltamos mais tarde quando fiquei sabendo que meus pais voltariam só no outro dia, então disse para ele dormir em minha casa e ele aceitou. Um pouco mais tarde eu peguei um vídeo pornô que estava em minha casa e coloquei para nós vermos. Ele ficou um pouco sem graça mais logo vi que o pau dele tinha endurecido só de saber da idéia. Após o filme vi que ele estava muito excitado e ficava rindo à toa até que eu perguntei se ele não queria tomar um banho e ele respondeu que sim. Ele entrou no banheiro e começou a tomar banho, então eu tirei minha roupa e entrei no banheiro dizendo que ia tomar junto com ele. Entrei dentro do box e fechei a porta. O pau dele (mole) era imenso, mais ou menos 15cm, e era bastante peludo. Suas bolas eram impressionates de tão grandes e peludas. Tinha uma bundinha bem gostosa e peludinha. Como o box era pequeno toda hora dava um jeito de relar meu pau nele e passar minha bundinha no caralho dele que já estava ficando um pouco maior. Eu fiquei de costas me esfregando e pela primeira vez senti ele relar o pau dele, mais duro, na minha bunda. Aí ele começou a me relar toda hora pensando que estava se aproveitando de mim até que eu pedi para ele esfregar minhas costas e ele fez mas foi descendo até começar a esfregar minha bunda também mas discretamente porque ele ainda estava com vergonha. Após o banho só pus uma cueca e ele colocou somente um shorts e fomos para a sala. Daí ele me pediu para ver o vídeo pornô de novo. Eu coloquei e dessa vez estávamos mais excitados. O volume da minha cueca aumentou e o do short dele também. No momento em que o ator foi colocar a camisinha, perguntei se ele já havia colocado uma e ele respondeu que não então e sugeri que ele experimentasse. Ele ficou sem graça mas aceitou a proposta. Peguei uma e dei para ele que com muita vergonha tirou o short e eu vi o pau dele que já estava duro por causa do filme e era enorme e sem mentira, media uns 25 cm. Fiquei impressionado mas ele não sabia como colocá-la, então disse que iria ajudá-lo. Peguei-a e fui desenrolando pelo pau imenso, apertando bastante. Ele riu e acho que ele quase gozou por causa daquilo. Ele disse para eu também colocar mas eu só tinha aquela, então ele tirou a dele e disse para eu tirar minha cueca. Meu pau, que também não é pequeno, (19cm) também estava duro e coloquei a camisinha e comecei a tocar punheta na frente dele! Quando gozei, tirei a camisinha e joguei fora. Ambos ficamos com muito tesão. Na hora de dormir, estiquei um colchonete na sala e nos deitamos mas antes disse à ele para me acordar mais cedo no dia seguinte porque tinha o sono muito pesado e não acordaria por nada e ele disse que tudo bem. Ficamos vendo televisão até que ele me pegou pelo braço e me sacudiu. Eu fingi que estava dormindo e ele continuou a me sacudir e me chamar para ver se eu acordava mas continuei fingindo. Então ele pôs a mão na minha bunda e começou a me acariciar até avançar um pouco mais colocando a mão dentro da minha cueca. Ele foi esfregando a mão e puxando os pelinhos da minha bunda. Desceu um pouco mais e alcançou o meu saco puxando os cabelos até que que enfiou o dedo no meu rego até atingir o meu cuzinho. Ficou tentando enfiar o dedo mas não conseguiu então levou-o à boca, lubrificando-o e aí sim conseguiu enfiar. Enfiou aos poucos e doeu um pouco mas estava gostando daquela brincadeira. Ele foi enfiando todos os dedos de sua mão, um por um, até que enfiou dois e alargou de vez meu cuzinho. Ele levantou e certificou-se de que eu estava mesmo dormindo. Então tirou minha cueca e como estava de bruços não viu o meu pau que estava latejando de tanto tesão. Começou a acariciar minha bunda, abrindo-a, até que senti sua língua lambendo meu cú.
Cheguei a empinar minha bunda de tão gostoso que estava. Então senti que seu pau já estava perto de foder quando senti aquele instrumento enorme na minha bunda. Como ele já havia lambido, conseguiu enfiar a cabeça facilmente mas começou a ter dificuldades para enfiar o resto. Começou a doer muito e para não gritar mordi o travesseiro. Ele tirou a pica do meu cú e foi até o banheiro voltando com o óleo de amêndoas. Ele lambusou toda a minha bunda e o pau dele. Ele foi enfiando com mais facilidade, mas mesmo assim doeu muito pois seu pau era muito grande e grosso. Ele queria enfiar até o talo mas teve que se contentar com metade do pau. Só parou de me foder quando despejou a porra quente no meu cú. Senti um alívio mas ele me virou e acabou vendo meu pau duraço. Foi quando ele sentou no meu peito e começou a forçar aquela pica gigante na minha boca. Eu resisti no começo mas estava com vontade de chupar aquele pau desde que o vi no banheiro. Então abri a boca e ele começou a fodê-la. Só não lambi para ele não perceber. Ele levantou-se e acho que não resistiu ao meu pau duraço e começou a chupá-lo bem gostoso. Quase urrei de tanto prazer, agora só me faltava comer aquele cuzinho apertado mas não tive que me dar ao trabalho. Ele mesmo sentou-se devagar na minha pica latejante. Ele segurava meu pau para não dobrar e ia agachando cada vez mais até que comecei a gemer de olhos fechados e acho que ele ainda estava pensando que eu estava dormindo. De repente ele sentou de uma vez e meu pau foi lá no fundo. Acho que doeu demais nele. Foi quando ele agarrou meu peito e começou a lamber ele todo ainda cavalgando na minha pica. Ainda sem levantar começou a lamber minha boca tentando puxar minha lingua e chupou meu pescoço como se eu fosse uma putinha e na verdade estava sendo. Quando ele sentiu que eu ia gozar no cú dele, ele levantou e segurou minha pica e minha porra caiu no meu peito e na minha barriga misturando-se aos fartos pelos que tenho. Ele pôs-se a lamber tudo arrancando os meus pelos com os dentes e mordendo meus mamilos de leve. Foi descendo e começou a chupar meu saco peludo mordendo seus pelos também. Ele ainda estava excitado mas meu pau já havia amolecido. Então ele colocou minha cueca, cobriu-me e foi até a cozinha. Quando chegou, deitou-se ao meu lado e o safado começou a enfiar um pepino enorme no cu dele. Ele ficou se fodendo a noite inteira e nessa eu bati mais três punhetas sem ele perceber. No outro dia acordei mais cedo que ele e meu peito estava cheio da minha porra seca além de estar com o cú muito doido. Fui tomar um banho e quando menos espero meu primo abre a porta do banheiro pelado e entra no box comigo. Ele perguntou se podia me esfregar e eu disse que sim e ele passou sabão em todo o meu corpo, inclusive no meu cú e de repente senti o pau dele duro como nunca relando na minha bunda e foi ali que trepamos de verdade. Fodemos um ao outro até cansar, mas desta vez ele tinha certeza de que eu estava acordado... Esta história, por incrível que pareça, é real e outras também aconteceram com este mesmo primo e até com seu coleguinhas mas esta história contarei depois.

Coroa tarado me ameaça e me come brutalmente

 
 
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Acontaceu à oito anos atrás. Na época; 46 anos, moreno, baixo, magro, casado e pai de dois adolescentes. Até então; extremamente machista e conservador, jamais poderia um dia, me imaginar numa situação como aquela.
naquele dia; eu viajava rumo ao centro da cidade, sentado no último banco de um ônibus (frescão), quando ao meu lado, sentou-se um senhor (60/65anos), negro, alto, forte, careca, bigodão e vestido num alinhado terno. Fato muito comum; se o ônibus não se encontrasse práticamente vazio e com diversos bancos disponíveis.

Pouco tempo após retirar o paletó e pô-lo sobre o colo, começou a roçar insistentemente uma das suas pernas na minha, me deixando bastante irritado e prestes a reagir. mas; ao perceber que usava uma aliança em sua mão esquerda e constatar ser ele também casado, fui tomado por um repentino e estranho desejo. Tão forte; que não me permitia esboçar qualquer reação…
Quando pegou em minha mão e a conduziu por baixo do paletó até o seu colo,estremeci todo ao tocar num enorme e grosso calibre rígido (já fora das calças). Tímidamente agarrei o bicho, sentindo-o pulsar vigoroso em minha mão e passei a punhetá-lo discretamente, durante todo o restante daquela inusitada viagem.

já no centro; conforme as suas ordens, saltei no mesmo ponto que ele e o segui em silêncio profundo, até vê-lo entrar numa farmácia e sair com um pequeno embrulho….Caminhamos ainda um pouco mais até entrarmos por uma porta, só me dando conta que estava num hotel, quando já na recepção, presenciava ele pedindo um quarto para nós dois…
Imediatamente após trancar a porta; envolveu todo o meu pequeno e frágil corpo trêmulo com os seus robustos braços, enquanto a sua bôca colava na minha, me sufocando com um interminável e alucinante beijo…Derrepente; eu já me encontrava completamente nú e sentado à beira da cama, diante daquele brutamonte, em pé e vestido apenas com uma fina cueca branca, que realçava ainda mais o seu imenso volume rígido…Puxando a minha cabêça; ordenava-me bedijar e lamber tudo sobre a sua cueca, já bastante melada…

Quando finalmente arriou a cueca libertando diante dos meus olhos, um monstruoso e rígido caralho negro (extremamente grande e grosso), aterrorizado; pensei em sair correndo e gritar desesperadamente por socôrro. mas; as suas ordens já soavam de forma assombrosamente ameaçadoras, me deixando apavorado e sem coragem de reação.

Após recusar-me veementemente a pôr aquilo na bôca, bastante iritado; jogou-me bruscamente sobre a cama, para imediatamente se posicionar sobre a minha cara e me obrigar a chupar todo o seu saco cabeludo…depois; segurando o bruto trabuco rígido, passou a surrar violentamente as minhas faces com incansáveis lambadas, até me fazer chorar e suplicar para ele parar de bater na minha cara, já terrívelmente castigada pelo seu impiedoso porrête negro…Fez-me abocanhar o bicho que imediatamente alcançou a minha garganta, me fazendo agonizar e lutar desesperadamente, procurando evitar que a rasgasse abaixo, e fatalmente morrer entalado naquela devastadora piroca negra…Fodeu longamente a minha bôca, até começar a extremecer-se todo e quase aos gritos, exigir que eu bebêsse toda a pôrra que despejava abundantemente. Era tanta pôrra; que quanto mais eu engolia, mais ainda a minha bôca se enchia. transbordando e escorrendo pelos cantos, sem que eu pudesse evitar….

 

Hétero Casado Chupou um Pau Pela Primeira Vez

 
 
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Olá, meu nome é Alex, tenho 45 anos, sou casado á 23 anos e vivo muito bem com a minha esposa, apesar de termos uma vida sexual muito ativa (praticamente todos os dias), sinto falta de algumas coisas. Adoro sexo oral, mas a minha esposa, que é do interior, é muito reservada, apesar de já ter feito isso algumas vezes, parece que fica meio sem jeito, de modo que eu preciso praticamente de implorar para isso acontecer, o que fica muito chato.
Entăo fui pela primeira vez a uma dessas galerias eróticas, onde vocę assiste a filmes porno em cabines individuais que tęm um buraquinho onde uns viadinhos ficam ali implorando para te chupar.

Estava eu lá me punhetando quando um cara botou a boca naquele buraco e ficou ali balançando a língua, botei meu pau duro como uma pedra em sua boca, ele chupou gostosamente até eu gozar e depois engoliu tudo. Isto foi o suficiente para eu me viciar, sempre que desejo uma boa chupada, vou lá e acontece geralmente a mesma coisa.
Um dia eu estava lá me punhetando quando aconteceu uma coisa diferente. Um cara botou o pau duro como uma rocha naquele buraco, um pau igual ao meu, que năo é muito grande, aproximadamente 15 cm mas bem grosso, com um cabeçăo enorme. Como eu sou e me considero heterossexual, năo dei muita importância, fiquei até meio assustado. O cara năo desistiu e continuou com aquilo ali, que devido a posiçăo da cadeira em que eu estava, acabava ficando bem próximo do meu rosto.

De repente, me vi observando aquele pau, tentando fazer comparaçăo com o meu. De tanto observar, comecei a me sentir atraído por aquilo, e já me punhetava olhando aquele pau latejando de tesăo. Meu tesăo também era enorme, já estava quase gozando, me deu uma vontade muito grande de pegar e sentir aquilo na minha măo. Fiquei nervoso, minha măo tremia, suava que era um absurdo. Năo aguentei a curiosidade, e como sabia que estava em um lugar reservado e que ninguém podia me ver, peguei naquele pau durissimo e comecei a punhetá-lo, ele tirou da minha măo, chegou o rosto perto do buraco e disse:
- Chupa um pouquinho????
Colocou novamente o pau no buraco e ficou ali balançando na minha frente, eu estava tremendo de nervoso, uma vontade muito grande mas uma mistura de medo e culpa me tomava. Năo resisti e abocaquei de uma vez só, confeso que mesmo nunca tendo feito aquilo antes, eu estava adorando aquela experięncia. De repente, ele tirou da minha boca e para minha surpresa, deu a volta e bateu na porta da minha cabine. Năo sei porquę mas abri.
Ele disse que também era casado, tinha 40 anos, ele tinha um físico bom para um homem dessa idade, năo era afeminado, mas disse que gostava de umas brincadeirinhas com homens e depois acrescentou:

- Aqui a gente pode fazer o que as nossas esposas năo gostam de fazer em casa.
O pau dele ainda estava latejando e ele pediu que eu voltasse a chupar, o que fiz com muito gosto. Ele também pediu para me chupar e fez muito gostoso, quando eu estava quase gosando, ele parou e disse que queria gozar primeiro.

Como eu năo tinha muita experięncia, passei a fazer como minha esposa faz, o que me leva ao delírio. Peguei o pau dele e comecei a punhetá-lo com a glande na minha boca, comecei a passar a língua por baixo, do mesmo jeito que minha esposa faz comigo. Ele quase enlouquece, gemia, dizia que estava uma delicia, que eu chupava muito gostoso etc. Aumentei o ritmo e ele preocupado disse que ía gozar na minha boca, que se eu năo quisesse, parasse. Mas ao contrário disso, me deu uma vontade louca de ver aquele cara gozando na minha boca. Aumentei ainda mais o ritmo e ele explodiu num gozo tăo intenso o qual eu nunca tinha visto, inundou toda a minha boca ao ponto de escorrer pelos lados, năo parei até que năo saía mais nada. Fiquei assim com o pau dele na boca até começar a amolecer devagarzinho, depois ele se abaixou e sem nada dizer, começou a me chupar bem gostoso, me abraçou nessa posiçăo e começou a acariciar a minha bunda. No inicio fiquei meio sem geito e até nervoso, mas depois fui-me acostumando e gostando. Ele acariciava até a entrada do meu ânus, colocou um dedo na entrada sem penetrar totalmente e foi fazendo movimentos leves, năo demorou muito, tive um orgasmo maravilhoso, gozei como nunca tinha gozado em toda a minha vida.

Depois ele se levantou, se ajeitou e foi embora sem dizer nada, nem os nossos nomes falamos um ao outro.
Continuo a frequentar galerias eróticas, e já levei várias chupadas, mas nunca mais aconteceu como naquele dia.
Ás vezes até espero e desejo que alguém ponha o pau naquele buraco para eu chupar, mas năo acontece, e eu ainda me sinto tímido em tomar a iniciativa.
Năo tenho desejo de sexo anal, nem ativo nem passivo, mas confesso que desejo um dia chupar e ser chupado bem gostoso como naquele dia.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

PEDI UMA COMIDA, E GANHEI DE SOBREMESA O GARÇOM

 
 
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..A vida é muito curta, e cada experiência bem vivida se torna parte de nossa historia, sou Henrique, e ceta vez viajando me hospedei em um hotel, para no dia seguinte seguir viagem. Acomodado em meu quarto, lá pelas tantas, resolvo ligar na recepção e pedir algo para comer, uma meia hora mais tarde toca a porta e vou atender; era o garçom trazendo o que eu havia pedido.
Senhor Henrique,aqui esta seu pedido!!! ele entrou, e foi até a mesa e deixou a bandeja lá. Ele era um cara extremamente bonito, porte atlético, sorriso largo e muito educado.
Eu estava apenas de camiseta e cueca, pedi desculpa pelos trajes, e ele correu em dizer, que não era nada, e se eu quisesse mais alguma coisa que ele estava a disposição.
Já que você tocou no assunto eu quero sim, e ele lanço um largo sorriso. estou tentando aquecer o chuveiro e não consigo, você pode me ajudar? claro que sim, vamos lá.
Lá no banheiro, perguntei seu nome e ele me disse que se chamava Lucas. Obrigado Lucas, não por isso senhor Henrique. Por favor me chame só de Henrique. Tudo bem Henrique!!
Ele tentava arrumar o chuveiro, e nesse instante um jato de água saiu da mangueira e deu um banho nele, nossa!! Lucas você tomou um banho, é pelo menos a água está saindo quentinha.
Tire suas camisa que eu darei um jeito, não precisa Henrique!! precisa sim. vamos tire a camisa. Ele me obedeceu, e ficou sem camisa mostrando seu peito másculo. Lucas você faz academia?? sim, faço. è percebi, você tem um tórax muito forte!!
Um sorriso iluminou seu rosto, Que nada, ainda falta muito. Nesse momento me aproximo dele e toco de leve em seu peito, e seus músculos se contrai, Ele não se afasta, e eu continuo descendo até seu abdome. Mais uma vez sinto sua musculatura se contrair e quando olho para baixo, vejo sua rola dura embaixo daquela calça.
Hummm!! acho que tem alguma coisa louca para sair aí de dentro!! è tem sim, e se você quiser, pode ser todinha sua. Fui abrindo o zipper bem devagar, e desci a calça, e ele ficou só de cueca, e por baixo daquela cueca, não tinha uma rola, mais uma super rola.
Baixei a cueca e ela se fez presente, uma rola enorme, uma das maiores que já tinha visto. Nossa!! que grande. Lucas nesse instante me pergunta se eu estou com medo dela, e eu lhe digo que não fujo de nada.
Então ai de boca e apronta ela para eu poder meter em seu cuzinho, quero enfiar ela todinha, até você gritar. Henrique começou a chupar aquela vara de cima a baixo, como só ele sabia fazer.
Nossa!! que delicia, isso vai, chupa com vontade!! Lucas segurava a cabeça de Henrique e enfiava sua rola todinha dentro da boca dele. Isso!!! engole ela todinha, hummm!!!
Agora os dois estão totalmente pelados, e Lucas poe Henrique de quatro, e começa a chupar seu cu, sua língua entra e sai, e de vez enquanto enfia seu dedo, preparando aquele cuzinho para receber sua rola.
Henrique, geme prolongadamente com aquelas chupadas, e não aguentando mais, pede a Lucas que o penetre logo, Lucas continua a chupa-lo, sem da a minima atenção aos apelos de Henrique.
Lucas agora começa a roçar sua rola na entradinha daquele cu, enfia a cabecinha e tira, deixando ainda mais Henrique cheio de tesão. Com essas enfiadas de cabecinha no cuzinho de Henrique, Lucas sente que ele já está pronto para receber sua rola, e a enfia de uma só vez.
Henrique solta um grito, e Lucas fala; relaxa, relaxa. Lucas com sua rola todinha enfiada, vai mordendo as costas de Henrique, até chegar no pescoço, enquanto isso Henrique continua gemendo.
Calma!! relaxa, estamos só começando,e Lucas começa a rebolar freneticamente com sua rola entrando e saindo daquele cu. Mais acostumado, Henrique começa a rebolar também, fazendo o tesão de Lucas aumentar ainda mais.
Que delicia seu puto!! isso reboa em cima da minha pica, não era isso que você queria? então toma, e enfiava até sua rola chegar nas bolas. Cada enterrada, era um gemido e um grito de Henrique.
Lucas, começa a tirar sua rola, e enfiam em seguida, e dessa forma os urro e uivos de Henrique se acentuavam. Tá gostando ne?? Lucas enrabava com vontade e sem pena, sua rola chegava a envergar a cada estocada que ele dava naquele cu.
Lucas tira sua rola daquele cu, e vai sentar em uma poltrona, Henrique o acompanha e senta naquela vara, e começa a requebrar e num sobe e desce vai fazendo aquela rola entrar e sair do seu cu.
Os gemidos agora são dos dois, em plena sintonia ambos aproveitam o máximo daqueles momentos, beijos foram trocados, enquanto Lucas metia sua vara. Henrique batia uma punheta para poder acompanhar seu parceiro.
Lucas saiu daquela posição, e poe Henrique de quatro. Agora vamos gozar, e enfia novamente sua rola, os dois gemem e urram como dois cachorros no cio. Lucas debruçado sobre Henrique, começa a punhetar Henrique, sem que sua rola pare de trabalhar.
Henrique começa a morder o pau de Lucas com seu cú, e sentindo isso, Lucas percebe que Henrique está próximo de gozar. Ele intensifica  suas enterradas, e Henrique começa a gemer mais alto, Hummmmm!!!! eu to gozandooooooo , Isso seu cadelo goza.
Lucas, sentindo as contrações, e dando mais algumas bombadas, também começa a gozar. Lucas se abraça a Henrique e sua metida agora são mais fortes, como se quisesse que nenhuma porra saísse de dentro daquele cu. Que deliciaaaaaaaa, que bunda gostosa, que cuzinho quentinho…
Nunca fudi tão gostoso!!! O melhor cu que já comi! e o melhor pau que eu já levei, eu adorei, gostaria de te-lo de novo… quanto você quiser, estarei sempre a sua disposição…e os dois caíram ali mesmo, exaustos.

DEI PRA DOIS DESCONHECIDOS NA MADRUGADA

 
 
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 Bem como todos nós sabemos existem aqueles momentos em que o tesão bate, e saímos a procura de alguma aventura par nos saciarmos.
E foi numa desta madrugadas precisamente nesta última sexta dia 02 de março, me bateu quela vontade de curtir uma boa foda com alguém.
Resolvi então dar uma voltinha pela madrugada, e ver se encontrava alguém que tivesse afim do mesmo.
Aqui na região onde moro existe um local chamado CRB, trata-se de um enorme campo gradeado, com uma praça lateral e na área de cima uma construção grande, onde ficam os vestiários dos jogadores, um bar e banheiros.
Só que este local não é muito utilizado, ficando somente movimentado em dias de jogo, assim alguns carinhas resolvem colar no lugar pra beber e bate um papo ou até mesmo curtirem um baseado.
Como sabia que ali era bem movimentado durante a madrugada, pois ficava perto de um ponto de tráfico e muitos carinhas passavam por lá, resolvi dar um tempo sentado em um banco da praça curtindo música no celular.
Passado uns 10 minutos avistei dois morenos que vinham caminhando da rua de baixo, e passariam pelo local onde eu estava.
Quando se aproximaram percebi que eram dois morenos nas cerca de uns 18 ou 19 anos e bem bonitinhos.
Um era mas forte e encorpado e o outro com um corpo mais normal. O rapaz forte passou por mim deu boa noite e perguntou se havia mas alguma rapaziada por ali na praça.
Eu respondi que não tinha visto mais ninguém por ali, ele então seguiu caminhando junto ao outro rapaz que já estava mas a frente, logo mais me surpreendi quando vi que ambos estavam retornando e vindo em minha direção.
Logo o moreno mais forte veio ao meu encontro e sentou-se no banco onde eu estava, chegou me perguntando se curtia uma paradinha e se tinha R$ 5,00 pra ajudar eles a completarem a paradinha pra curtimos juntos. Pra quem ainda não sacou, estavam atrás de que eu ajuda-se eles a completarem o valor pra usarem droga. Eu falei que não curtia e que estava sem carteira ali.
Me surpreendi quando o moreno me olhou nos olhos e foi logo direto falando: E dar pra dois você curte?
Falei pra ele que sim, mas que não rolaria pois ali não tinha local.
O outro moreno que até o momento estava calado, ao ouvi eu falar isto, foi logo se aproximando de mim e tirando o pau pra fora do shorts, e colocando o mesmo no meu rosto.
Falei pra ele para por que ali no meio da praça os vizinhos podiam ver, o moreno mais forte logo encostou ao meu lado e colocou minha mão dentro de sua calça e pude sentir um pau ainda maior e mais grosso do que o do outro moreno.
Ambos me disseram que durante o treino de futebol, fizeram questão de quebrar a chave na porta de um dos banheiro mais discretos dali. E desta forma o banheiro estava apenas com a porta encostada, e como os organizadores não sabiam pensavam que o local estava fechado. E desta forma eles podiam ali curtir uma transa legal.
Fomos até o banheiro e chegando lá realmente a porta estava com a chave quebrada e só fechando por dentro.
desta forma podíamos entrar fechar a porta e quem passa-se pela rua jamais poderia saber o que estava acontecendo lá dentro.
Ao entrarmos o moreno mais forte já foi logo me colocando pra chupar aquele pauzão gostoso. Depois que chupei bastante aquela tora morena, passeia chupar o pau do outro moreno. Como ele estava de pé encurvei meu corpo pra chupa-lo, e logo o moreno forte foi por trás de mim e foi tirando minha calça e esfregando seu pau na minha bundinha.
A luz da rua iluminava um pouco o local e assim podíamos nos vermos perfeitamente. O moreno que eu chupava ficava cada vez mais excitado vendo seu amigo tentar me comer.
Como ele tinha um pau bem grosso e grande estava difícil, pedi pra ele ir com calma e devagar.

Seu amigo o qual eu estava chupando perguntava ao outro moreno se ele estava conseguindo me comer, e ele dizia que já estava conseguindo me penetrar e que estava gostoso pois estava bem apertadinho. Dava pra ver nos olhos dele que ele sentia tesão em ver o outro me comer, ou seja ela era um completo Voyer sentia prazer em ver uma transa entre outras pessoas.
Vendo a cara de tesão dele só em saber que o outro estava me comendo, então peguei sua mão fui colocando ela na minha bundinha e logo coloquei sua mão envolta do pau do seu amigo. Ele sentindo o pau do seu amigo invadindo minha bundinha, ficou louco de tesão, me chamou de putinha e logo senti um tapa na minha cara seguido de um beijo que me deixou sem fôlego. Logo seu pau passou a pulsar em minha boca e senti seus jatos invadindo minha boca.
Ele me deu mais um beijo e falou que adorou a gozada que deu comigo, saiu do banheiro e ficou na praça.
O outro moreno ainda não havia gozado e continuou me fodendo, agora com mas força e beijando meu pescoço.
Logo senti sua língua invadindo meu ouvido e um calor percorreu todo meu corpo, passei então a jogar minha bundinha de encontro ao seu pau e falava putarias que o foram deixando cada vez com mais tesão.
Logo senti sua mãos segurarem forte minha bundinha, seu corpo foi caindo sobre minha costas e senti sua boca em meu pescoço, num misto de chupada e mordida. Ele gemeu alto e despejou todo seu gozo dentro de minha bundinha.
Ele respirou fundo e saímos de dentro do banheiro retornando a praça, chegando lá ele deitou-se no banco em que estávamos e seu primo ficou sentado ao lado.
Ele disse ao outro moreno: Bem não fumamos um beck mas ganhamos a noite cara, fodi como não fodia a muito tempo.
O outro por sua vez respondeu que gozou gostoso e que sua namorada não mamava como eu havia mamado ele.
Por fim fiquei sabendo que ambos eram primos e que se chamavam Daniel e Rodrigo, e que costumavam curtir algumas vezes ali na praça nos fins de semana bebendo com os amigos, já tinham preparado o esquema do banheiro pra ver se pegavam alguma mina mas que até o momento não havia dado certo.
Trocamos telefone pra mantermos contato, e fiquei surpreso quando recebia a ligação deles me convidando pra aparece na praça pra fumar Narguile com seu amigos.
Bem fui conheci outros carinhas legais e já curti com mas alguns amigos deles.
Mas esta é história pra outro conto.