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domingo, 28 de outubro de 2012

O MECANICO SEM NOME

 
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O MECANICO SEM NOME
 
 
 

Olá a todos.

Vou contar uma história que acontecei comigo bem há pouco tempo. A historia é longo porque eu gosto de contar os detalhes.

Eu costumo levar o meu carro a uma oficina perto de onde eu trabalho. Eu levo tanto o meu carro quanto o carro da minha esposa para fazer revisões e também já levei para alguns pequenos consertos.

Nesta oficina eu sempre converso com o dono, um rapaz gente boa, bastante atencioso. Lá deve ter uns quatro mecânicos, alem do dono.

Eu não sou de ficar observando homens, muito menos dando bola, mas neste lugar ocorre uma situação diferente. Lá é bem escuro, um ambiente típico, bagunçado, e com muita coisa entulhada. O escritório é no fundo do galpão, em um mezanino. As vezes que eu fui buscar o carro eu sempre acertei com o dono neste escritório. O que ocorre de diferente é a sensação que eu tenho quando vou lá. Pensar neste lugar escuro onde trabalham homens rudes me deixa excitado.

Nesta ultima vez que fui lá, eu conversei com o dono, como sempre. Passei pra ele que além da revisão, queria que ele verificasse um barulho estranho que o carro estava fazendo na parte traseira. Bom, até aí tudo bem, mas além da excitação costumeira, senti que um dos mecânicos não tirava o olho de mim, e isto me deixou mais excitado.

Era o cara que aparentava ser o mais novo. Ele também era forte e tinha um aspecto rude, com barba por fazer e mãos sujas e grandes. Eu notei esses detalhes depois que eu percebi que ele não tirava os olhos de mim.

Enquanto eu falava com o Carlos, o dono, este mecânico, que trabalhava em um carro no fundo da oficina, me olhava de cima em baixo. Eu comecei a achar que ele estava me desejando, e isso me deixou com bastante tesão.

O Carlos me falou para buscar o carro no mesmo dia a tarde que já estaria pronto. Eu fui embora e nãoparava de pensar naquele mecânico. Tive que me aliviar com uma bela punheta fantasiando o mecânico me possuindo na oficina.

Depois do alivio eu voltei aos meus afazeres diários e acabei esquecendo aquilo.

Era quase 7 horas da noite quando o meu celular toca. Era da oficina me perguntando se eu não iria buscar o carro. Eu acabei esquecendo. Após me confirmarem que eu poderia ir naquela hora eu fui correndo pegar o carro.

Chegando na oficina, já com as portas fechadas, eu tive que tocar uma campainha.

Para minha surpresa, o mecânico que fez parte dos meus sonhos durante a manhã atendeu o pequeno portão lateral e me pediu para entrar.

Eu cheguei a ficar nervoso e gaguejar ao cumprimentá-lo. Ele me pediu para entrar com um sorriso bem discreto.

Me lembro de perguntar se não havia cachorro solto e ele respondeu que ele era o cachorro. Eu sorri sem graça e continuei a adentrar a oficina.

Enquanto eu me dirigia ao meu carro que estava dentro da oficina, percebi que não havia mais ninguém lá, além de mim e do mecânico.

Ele me disse que o Sr Carlos falou que eu poderia pagar pra ele ou voltar no dia seguinte. Eu resolvi acertar na hora.

Esta minha escolha foi decisiva para os acontecimentos a seguir.

Ele pediu para que eu fosse para o escritório acertar com ele, no caminho, ele foi atrás de mim me acompanhando. Na escada que levava ao escritório eu tive que ir à frente e subi imaginando ele logo atrás com o rosto bem na minha bunda.

A subida foi uma eternidade. Um misto de excitação e embaraço me tomaram.

Ao chegar ao escritório eu me sentei e ele ficou em pé mesmo atrás de mim, me dizendo que o valor a ser pago estava na nota em cima da mesa. Eu fiz um cheque e deixei na mesa.

Ao me virar pra trás para agradecer, vi que o mecânico estava encostado na parede acariciando o pau por cima do macacão que ele vestia, foi inevitável olhar pra sua mão que alisava um volume que se formava por baixo.

Eu fiquei com muita vergonha, mas fixei o olhar naquela cena. Sua mão enorme alisando o pau que já deveria estar duro por cima da calça. Eu fiquei hipnotizado.

Depois do tempo olhando aquele macho rude naquela cena provocante eu me levantei e agradeci me dirigindo a porta. Ao passar por ele, o mecânico se revelou.

Assim que eu passei ao seu lado, ele me segurou pela mão e disse:

- Calma doutor, não tenha pressa.

Eu me virei pra ele e meio sem jeito respondi que tinha que ir embora para liberá-lo.

Ele ainda me segurando me disse que ele não tinha pressa.

- Eu moro aqui doutor. Não vou sair. Eu só quero um pouco de companhia.

Eu estava muito nervoso, mas também sentia aquela vontade louca que tenho por um macho me levar.

- Mas eu preciso ir. Infelizmente.

Assim que respondi o mecânico levou minha mão até seu pau e disse:

- Eu acho que o senhor vai querer ficar sim.

Eu senti aquele volume nas mãos e não resisti. Acariciei seu pau por cima da calça e respondi:

- Cara, eu não quero não. Você está confundindo.

- Tenho certeza doutor. Assim que o senhor entrou eu percebi qual era a sua.

Eu ainda alisava seu pau por cima da calça, sem ser guiado por sua mão, mas mesmo assim eu parei e me virei. Nesta hora o mecânico me agarrou por trás, me segurando pela cintura ele me pressionou contra seu corpo.

Ao sentir seu pau na bunda eu a arrebitei e soltei um gemido sem querer.

Ele sussurrou em meu ouvido:

- Fica tranquilo doutor. Estamos só nós dois aqui e ninguém vai saber de nada.

Eu coloquei as mãos por cima das suas mãos grandes e grossas e apenas gemi.

O mecânico me conduziu em tudo naquela noite. Ele foi me puxando enquanto caminhava pra trás. Sem me soltar ele me guiou até a mesa do escritório. Ele empurrou minhas costas, me fazendo ficar com os cotovelos em cima da mesa, minha bunda ficou exposta pra ele, que começou a alisá-la e disse:

- Eu gamei na sua bunda assim que vi. Aposto que ela é uma delicia.

Eu não falava nada, apenas curtia.

Depois que ele acariciou minha bunda por cima da calça, senti sua mão grossa e pesada enfiada por dentro da calça tocar minhas poupas.

Ele me esfregou bastante. Senti sua mão percorrer minha bunda e deslizar o dedo grosso pelo meu reguinho. Eu estava adorando estar a mercê daquele macho. Fiquei parado sem fazer nada, apenas curtindo.

Após me esfregar bastante por dentro da calça, ele desabotoou meu cinto e minha calça. Minha calça soltou com facilidade e caiu no chão, depois o macho desceu minha cueca bem devagar. Eu me virei e o vi admirando minha bunda enquanto descia minha cueca. Assim que minha cueca tocou o chão, ele agarrou minha bunda com as duas mãos e começou a beijá-la. Eu fechei os olhos e curti aquilo.

O mecânico parecia realmente impressionado com minha bunda. Parecia estar saboreando algo que sempre desejou.

Quando eu senti suas mãos abrindo minha bunda e logo em seguida sua língua tocar meu cuzinho eu gemi mais alto. Minhas pernas até bambearam.

Sua língua percorreu todo meu reguinho. Ele me chupava deliciosamente. Eu gemia cada vez mais alto enquanto aquele macho devorava minha bunda com a língua.

Uma coisa que me deixa muito louco é sentir os pelos de uma barba por fazer espetando minha bunda. A sensação de ter um homem com a cara na minha bunda é deliciosa.

Depois de me chupar bastante e deixar minha bunda toda molhada, o mecânico se levantou e me encoxou novamente, ele se abaixou e falou perto do meu ouvido:

- Que bunda deliciosa doutor. Vou fuder esse cuzinho, mas antes o senhor vai me retribuir a chupada.

Ele abria minha bunda com uma das mãos e me puxava pela cintura contra ele com a outra. O volume do seu pau se encaixava no meu rego.

O queixo dele arranhando meu pescoço me fez arrepiar.

O mecânico em apertou e se esfregou em mim ainda por um tempo, sempre arreganhando minha bunda com a mão, acredito que ela tenha ficado marcada. Eu empurrava minha bunda pra trás querendo ele dentro de mim logo.

Quando o mecânico me soltou, eu me virei e o vi soltando o macacão, que caiu facilmente revelando seu corpo. Ele era branco e peludo. Apesar de não ter músculos aparentes, ele era corpulento. Seu pau era grande, devia ter uns 20 centímetros, e grosso. A cabeça estava descoberta e era vermelha.

Eu me abaixei, ficando de joelhos. Ele caminhou pra trás sentando no sofá de pernas abertas. Eu fui até ele de joelhos e me encaixei entre suas pernas.

Eu estava vidrado naquele cacete. As veias salientes e a simetria perfeita formavam um verdadeiro modelo de membro masculino. As pulsadas faziam ele se mexer como se estivesse me chamando. Eu o segurei firme. Neste momento eu olhei para o meu macho que disse:

- Vai, ele é todo seu, pode mamar a vontade.

Eu fiz movimentos suaves de punheta, fazendo sair mais líquidos daquele mastro que já estava toda melada. A cabeçorra vermelha e melada estava me convidando para me saciar com a boca. Me abaixei lentamente e dei uma lambida na pontinha, depois dei um beijo sugando aquele melzinho. Meu macho gemeu e segurou minha cabeça por trás. Eu então abocanhei o que pude, enfiei o seu cacete na boca e chupei deliciosamente.

Fiz uma chupeta maravilhosa, suguei enquanto o masturbava, lambi as bolas, bati o seu cacete na boca, enfim, tentei retribuir a bela chupada no cu que ele havia me dado.

Acho que fiquei uns 20 minutos chupando aquele caralho lindo e delicioso, nesse tempo o mecânico apenas gemia e as vezes me acariciava o cabelo.

Após esse tempo o mecânico se curvou um pouco até alcançar a minha bunda e começar a acariciá-la novamente, ele enfiou o dedo no meu rego pressionando o meu cuzinho com o dedo. Nessa hora eu soltei seu pau e ele disse:

- Vem cá doutor, vou fuder esse cuzinho agora. Quero arrombar esse rabinho gostoso.

Ele se levantou e mandou eu ficar com os joelhos no sofá. Entendi que ele me queria de quatro.

Eu obedecia prontamente, seguia as ordens daquele macho como se fosse o meu mestre.

Após me ajoelhar no sofá e expor minha bunda para ele devorar eu me lembrei da camisinha. A única coisa que eu falei após ele me colocar com o cotovelo na mesa há uns 30 minutos atrás foi:

- Camisinha, você tem camisinha?

- Calma doutor, aqui está tranquilo, vou te tratar muito bem. Pode ficar sossegado.

Eu entendi que ele não iria usar camisinha, o que eu sou contra, mas não consegui fazer nem falar mais nada, olhando pra trás e vendo aquele macho enorme, rude e viril abrindo minha bunda com as mãos e cuspindo no meu cu me deixou sem ação.

Eu estava literalmente a mercê daquele macho. Mesmo não gostando de dar sem camisinha eu apenas esperava ele me possuir.

Meu macho começou a me penetrar com cuidado, ele forçava seu cacete duro enquanto eu rebolava para facilitar a penetração. Quando a cabeça começou a romper meu ânus eu senti uma dorzinha, mas que foi passando rapidamente a medida que ele ia vagarosamente me invadindo.

Eu apenas gemia e soltava uns ?ai? de prazer.

Enquanto isso o mecânico parrudo ia falando e forçando a entrada.

- Calma doutor, vou fuder sua bunda com carinho. Rebola mais.

Eu obedecia o meu senhor e rebolava lentamente enquanto o seu mastro se alojava no meu reto.

- Isso, tá quase lá. Mais um pouco.

Quando ele enfiou tudo, se inclinou pra frente novamente e falou encostando a boca no meu ouvido:

- Eu sabia que esse cuzão gostava de pica quando eu vi. Reconheço um viadinho assim que vejo.

Ele ficou um instante com o pau atolado no meu cu, o que me fez acostumar com ele. Mesmo sendo um cacete grande e grosso eu não me incomodei muito com ele.

- Está gostando doutor? Quer levar pistolada nesse bundão gostoso de viadinho?

Eu estava com o olho fechado me deliciando com aquele cacete enfiado em mim e respondi gemendo com um ?aham?.

As mãos grandes e ásperas do mecânico apertavam minha bunda com força. Ele retirou o pau lentamente e novamente enfiou tudo devagar. Quando chegava no talo ele me empurrava com força contra o sofá. A força que ele fazia com a mão abrindo minha bunda me fazia sentir que o meu cu estava sendo rasgado.

Aos poucos o movimento foi aumentando a velocidade, sempre me empurrando forte e apertando minha bunda. Senti que ele iria me fuder com vontade.

Já com um ritmo mais acelerado das bombadas, fazendo barulho a cada vez que seu quadril tocava minha bunda, eu comecei a soltar uns gemidos e gritos mais altos. Aquele macho parrudo me fudendo com força me fez sentir uma menininha.

Enquanto eu gemia ele falava:

- Que bunda gostosa doutor. Que cuzão delicioso.

Quando ele colocou as duas mãos em meus ombros eu senti um alivio na bunda, mas a pressão no cu continuou. Agora ele me puxava contra ele e continuava metendo forte.

Acredito que ficamos uns 20 minutos metendo naquela posição, meu suor pingava no sofá.

Eu me considero insaciável no sexo. Já dei bastante e para homens com cacetes generosos sem reclamar. Normalmente meu cu fica ardendo e dolorido no dia seguinte, mas na hora eu aguento sem problemas.

Depois deste tempo eu já estava com as pernas bambas, mas ainda queria mais. Por sorte eu encontrei um macho tarado. Após esse tempo metendo a pistola em mim ele parou e me mandou ficar de frango assado em cima da mesa, eu obedeci prontamente.

Com as pernas abertas e podendo ver o homem forte e peludo me fudendo foi uma delicia. A mesa fazia barulho enquanto ele me fodia gostoso. Mais um tempo naquela posição com ele me chamando de rabudo gostoso, de viadinho tesudo e outras coisas, e ele diminuiu o ritmo. Percebi que ele iria gozar quando fechou os olhos e parou com o pau atolado no meu rabo. Ele urrou como um bicho enquanto enchia meu cu de porra.

Tinha muito tempo que eu não levava uma gozada no rabo, foi bom relembrar, mesmo não sendo prudente ter feito sexo sem camisinha.

Quando ele retirou o pau e sentou no sofá eu senti a porra escorrendo pela minha bunda. Eu me levantei e sem olhar pro rosto do mecânico me vesti as pressas. Falei apenas um ?deixa eu ir? e desci para a oficina.

Lá em baixo me lembrei do portão, pensei em voltar, mas fui até o portão e vi que ele estava destrancado. Empurrei e sai com o carro, eu ainda fechei o portão antes de ir embora.

Essa historia foi verídica. Apesar de ter ficado com remorso por não ter usado camisinha e ter sido levado com facilidade por aquele homem eu gostei. Fiquei um tempo sem voltar na oficina, mas acabei voltando e fingi que nada aconteceu quando encontrei o mecânico, que até hoje não sei o nome.

Depois eu conto mais casos.

Abr.    
Fonte : http://www.contoseroticos.com.br/novos/Gays/50-60.htm?b=#

 
 

: Sexo com amigos

 
 
 
 
 

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Nunca fui de namorar muito por sempre querer me dedicar aos estudos. Com 18 anos já estava no segundo período na faculdade de informática (computação gráfica) onde estou até hoje. Passei a morar num quarto em uma pousada mista. Na pousada nunca ouve proibição de um frequentar o quarto do outro; mesmo sendo de sexo diferente. Meu quarto constantemente tinha algum rapaz(es) ou moça(s). Participando do time de vólei da faculdade, tinha morando na mesma pousada o Paulão (21 anos – penúltimo ano de faculdade) e o Beto (23 anos - último ano) que mesmo em cursos diferentes passamos a ser muito amigos a ponto de frequentarmos um o quarto do outro. Nunca deixei transparecer, mas era quando terminava nossos treinos e íamos pra vestiário onde todos ficávamos pelados; que eu mais gostava.... Eu tinha um estranho prazer de ficar olhando aquele monte de picas; e também noção que eu era um rapaz bonito que chamava a atenção tanto de moças quanto de rapazes héteros, bi ou homossexuais... Mas procurava levar numa boa. Estava numa festa (sábado a noite) junto com o Paulão e o Beto quando comecei a me sentir estranho... Eu que nunca ingeria bebidas alcoólicas comecei a ver tudo em minha volta girando. Logo senti o Paulão e o Beto me segurando um de cada lado... Entramos num táxi e em poucos minutos estávamos na pousada e no meu quarto. Tinha noção exata de tudo que estava acontecendo; e um dos dois:
- Vamos tirar suas roupas pra lhe dar um banho Lauro... Daqui a pouco você vai estar bem melhor.
Era estranho que eu sentia tudo e via tudo nitidamente... Só meus nervos pareciam não querer me obedecer; nem minha voz saía. 
Só me dei conta quando já estava totalmente pelado e deitado de bruços sobre minha cama; ouvindo:
- Cacete Paulão; esse remédio é mesmo foda... O Lauro ficou apagadaço!
Senti um deles tocando na minha bunda e falando:
- Olha só que bunda... Ele além de bonito tem um traseiro lisinho de fazer inveja em muitas garotas.
Parece que foi o Beto que questionou de eu estar com os olhos abertos e o Paulão lhe respondeu que era normal; mas que eu não estava tendo noção de nada. Percebi eles me suspendendo pra colocar um travesseiro debaixo da minha virilha e em seguida um deles forçando algo sobre meu ânus... Não foi difícil mesmo no meu estado perceber que os dois filhos-da-puta iam comer meu rabo. Senti um pau duro (só podia ser) entrando no meu rabo e alguém fungando no meu cangote me dando beijinhos na nuca e gemendo até ficar parado despejando seu líquido dentro de mim; em seguida reconheci a voz do Paulão:
- Sai logo Beto... Estou louco pra meter nesse cuzinho!
Sabia que Beto tinha uma pica de tamanho normal; mas Paulão que tinha praticamente dois metros de altura (o mais alto do time) tinha uma vara que devia passar dos 20 cms... Só a grossura era quase normal. Ele enfiou tudo e ficou vários minutos socando e também bufando no meu cangote até também gozar no meu rabo. Só depois, é que realmente me levaram praticamente no colo pro banheiro e me colocando sentado em uma cadeira me deram um banho. Me voltaram pra cama e após me vestirem uma cueca se preparavam pra irem embora. Beto parecia estar arrependido do que eles tinham feito comigo avisou Paulão que ia dormir no meu quarto com medo de que acontecesse algo de ruim comigo. Não sei quanto tempo ainda fiquei lúcido; por várias vezes senti Beto colocando a mão próxima ao meu nariz... Talvez quisesse verificar se eu continuava respirando. Acordei ainda meio grogue tentando colocar meus pensamentos em ordem vendo Beto ainda dormindo na minha cama. Com o barulho ele acordou assustado e a primeira coisa que ele me perguntou se eu estava bem. 
- Mais ou menos... Ainda sinto meu corpo como se tivesse levado uma surra.
- Porra Lauro... Fiquei muito preocupado com você!
Enquanto conversávamos, ia pensando no que os dois tinham feito comigo sem que eu pudesse reagir... Resolvi, já que eles pensavam que eu tinha ficado totalmente sem noção, fingir que não sabia de nada do que tinha acontecido; ele:
- Ainda deve ter café na cantina... Vamos descer; você se alimentando vai se sentir melhor!
Eu que tinha transpirado muito durante a noite, disse que ia tomar um banho e Beto mais que depressa me perguntou se ele podia me ajudar. O estranho era que apesar de saber exatamente o que eles fizeram comigo não conseguia sentir raiva dos dois... E como ainda estava bastante debilitado aceitei. Ao tirar minha cueca percebi ela um pouco suja de esperma. Fiquei meio sem jeito vendo que Beto foi tirando toda sua roupa... Ele sorrindo:
- Assim fica melhor pra eu poder te ajudar no banho!
Beto também era um belo de um rapaz: 1,85 mt e +- 75 kg... Olhando pro seu pinto lembrei que tinha sido ele o primeiro a enfiar na minha bunda. Pensei até em impedir quando ele pegou a esponja e começou a passar pelo meu peito; mas, novamente algo que não sei explicar me fez deixar... Fui ficando de pau duro e percebendo que ele também estava ficando excitado; até ele chegar e segurar meu pau passando suavemente a esponja.
- Sabe que eu sempre gostei de te ver pelado lá no vestiário?
- Ah é? Gosta também de ver o Paulão? - Perguntei.
Estava adorando sentir a mão dele segurando meu pau... E ele sem largar:
- É só de você que eu gosto Lauro... Você é o mais bonito de todos!
Se não soubesse que ele tinha comido minha bundinha horas atrás, podia até pensar que ele era um viado e que estava querendo me dar a bunda... Coloquei minhas mãos nos seus ombros e olhando bem pra ele que continuava segurando minha pica dura.
- Não estou entendendo Beto... Está querendo me pedir alguma coisa?
- Ah Lauro... Tenho medo que fique com raiva de mim!
- Está me deixando curioso... Fala logo; fala!
Ele largou do meu pinto pra colocar suas mãos nas laterais da minha cintura.
- Acho que estou apaixonado por você!
Realmente fiquei um pouco surpreso... E foi aí que resolvi contar que tinha sentido tudo e visto tudo o que eles fizeram comigo enquanto estava totalmente grogue. Foi a vez dele ficar surpreso e começar a pedir pra que eu lhe perdoasse... Contou que foi um comprimido que eles colocaram de propósito no meu guarana; ideia do Paulão que também sentia um forte desejo por mim. Questionei, já que ele dizia apaixonado por mim aceitar que o Paulão participasse e também fizesse sexo anal em mim.
- Me perdoa Lauro... Fiquei muito arrependido e confesso que senti muito ciúmes vendo o Paulão fazendo aquilo com você.
- Tudo bem Beto... Mas não fala pro Paulão que eu sei de tudo que aconteceu; tá?
- Ok Lauro... Mas posso ganhar um abraço?
Eu o abracei, e me sentindo cada vez melhor fui fazendo carinho nas suas costas e ele nas minhas... Senti um estranho desejo e dei um jeito de levar minha mão e segurar seu pau... Beto descendo a mão e passando na minha bunda.
- Você deixa eu te dar um beijo?
Disse que sim, e confesso que fiquei todo arrepiado quando ele segurou meu rosto com as duas mãos e encostou seus lábios nos meus... Tinha achado que seria apenas um beijo no rosto. Mas Beto, deixou só uma das mãos atrás da minha nuca e voltando a me beijar com a outra mão começou a movimentá-la no meu pinto... Voltei também a segurar seu pau, e num beijo longo ficamos; meio que de lado, um punhetando o outro. Gozei primeiro, e ainda sendo beijado passei a movimentar minha mão na piroca dura do Beto cada vez mais rápido até ele também gozar. Depois, rimos muito e resolvi pedir pra que ele não contasse nada daquilo pra ninguém; principalmente pro Paulão. Estávamos na cantina quanto Paulão chegou todo desconfiado; mas como eu e Beto agíamos naturalmente ele pareceu acreditar que tudo estava normal. Quando eu e Beto ficamos novamente sozinhos, pedi que ele fosse mais tarde no meu quarto ressaltando que era pra ele não deixar ninguém vê-lo entrando. Umas seis horas da tarde, Beto chegou e logo ganhei um gostoso beijo na boca... Fui ajudando-o a tirar suas roupas e nem bem ficamos pelados quando ouvimos baterem na porta. Era domingo e a maioria dos moradores da pousada que tinham viajado pras suas casas começavam a chegar... Procuramos ficar em silêncio como se não tivesse ninguém no quarto. Deitamos na cama e entre um beijo e outro falando bem baixinho:
- Quer comer minha bunda Beto; quer?
- É o que eu mais quero Lauro!
Fiquei de quatro e logo comecei sentir a pica do Beto entrando pra dentro do meu cuzinho... Foi uma sensação tão gostosa que me arrependi não dar dado minha bunda a mais tempo. Mesmo evitando fazermos barulho, eu e Beto gemíamos baixinho com ele socando seu pau na minha bunda cada vez mais rápido e mais forte... Era a terceira vez que eu tinha um pau enfiado no meu rabo; mas era a primeira vez que senti todo o prazer até quando Beto começou gozar. Fui rapidamente pro banheiro, e Beto debaixo do chuveiro novamente segurou meu pau duro e me masturbou gostoso beijando mais minha boca. Na segunda a noite, tive que dizer que estava com sono pra que alguns amigos saíssem do meu quarto... Beto entendeu, e também saiu voltando sorrateiramente entrando novamente.... Novamente ele meteu gostoso no meu cuzinho até gozar. Mas foi no chuveiro que fui ter uma gostosa surpresa... Beto agachou, e segurando meu pau começou a mamar chupando desde o saco até a cabeça onde ele lambia bastante antes de voltar e colocar tudo dentro da boca. Gozei muito e Beto após beber toda minha porra levantou e me beijou com sua boca ainda toda suja de porra. Dois dias depois, estávamos novamente prontos pra mais uma trepada quando Beto ficando de joelhos sobre a cama.
- Chupa um pouquinho meu pau Lauro; chupa!?
Comecei achando que não ia gostar; mas logo nas primeiras chupadas fui vendo que era tão gostoso quanto dar a bunda... Vibrei sentindo sua porra sendo espirrada na minha garganta. 
Sempre tínhamos que dar um jeito de ficarmos sozinhos no meu quarto ou no quarto de Beto pra ele meter no meu cú... Só não imaginávamos que Paulão andava ficando cada vez mais desconfiado de nós dois. Uns três meses depois, Beto veio me falar que Paulão já tinha certeza absoluta que ele estava me comendo, e que nada falaria desde que também eu desse pra ele.... E foi o próprio Beto que um dia veio me pedir pra deixar o Paulão comer meu cú; só fez duas exigências: de que ele tinha que estar junto e que eu nunca beijasse o Paulão na boca. Dois dias depois, Beto e Paulão chegaram juntos no meu quarto... Fiquei um pouco constrangido pois sabia que eu ia dar pro Paulão na frente do Beto que eu considerava meu macho. Beto me levou pro banheiro e me enchendo de carinhos foi tirando toda minha roupa novamente pedindo pra que eu não beijasse o Paulão na boca. Beto igual a um marido que queria ser corno, me fez sair pelado do banheiro e ir ficar de quatro sobre a cama. Quando vi Paulão arriando a calça mostrando seu enorme pau duro senti que ia adorar levar aquela pica no cú. Após um pouco de saliva, Paulão me travando pela cintura foi empurrando lentamente seu pau em mim. Quando virei meu rosto e vi que Beto sorria vendo o Paulão atochando sua vara resolvi que não precisava segurar meus gemidos.
- Mete mais forte Paulão... Aaaai! Aaaai!... Iiiiisssso; arromba meu cuzinho!
Beto vindo ficar na minha frente sacando seu pau que também estava duríssimo.
- Caralho Lauro... Você é muito viado mesmo né? Tá me deixando com muito tesão... Chupa aqui; chupa!
Abocanhei aquele pau gostoso, e no ritmo que Paulão socava seu pau fazendo meu corpo balançar pra frente e pra trás meus lábios deslizavam na pica do Beto... Quando Paulão depois de me dar várias socadas ficou só me segurando pela bunda e parado.
- Aaaaah! Aaaaah! Tôoooooo gooooozannnnnnnndo!
Beto logo em seguida enchendo minha boca de porra.
- Oooooooooh caralho.... Eu também!....
Os dois entraram em um acordo de que eu era a mulherzinha do Beto, mas que ele ia deixar Paulão me comer de vez em quando... Eu e Beto passamos a dormir sempre juntos (no meu quarto ou no dele); e ele, parecia sentir muito prazer em ficar olhando o Paulão me fodendo e depois também participar. No ano seguinte Beto terminou a faculdade e teve que retornar pra sua cidade... Foi difícil pra nós dois nosso rompimento. Passei a ter somente o Paulão pra comer meu rabo e me dar sua enorme vara pra chupar. Mais um ano e novamente me vi tendo que despedir daquele que me dava prazer na cama... Paulão também se formou e teve que voltar pra sua cidade. Fiquei na secura por uns 4 meses. Um de meus professores na faculdade chamado Evaldo (o nome é apenas parecido): moreno; 49 anos e casado ficou na cidade num final de semana e me encontrando na rua veio me perguntar se eu tinha um computador no meu quarto na pousada, pois ele precisava pegar e imprimir alguns artigos pras aulas da segunda-feira. Ele teve que ficar por mais de 3 horas no meu computador e num determinado momento resolvi tomar meu banho... E foi me vendo pelado no banheiro com um homem ali no meu quarto que comecei a pensar que precisava pelo menos tentar. Saí pelado e com uma toalha me enxugando me aproximei do computador ficando do lado olhando pra tela... Quando percebi que Evaldo me deu uma xavecada, como que distraído virei de costas pra ele e fiquei parado enxugando meus cabelos... Não demorou nem um minuto:
- Não vai ficar chateado comigo Lauro... Mas você tem uma bunda muito bonita!
- Porque eu ficaria chateado professor? Eu gosto quando um homem me faz um elogio!
Parece que ele logo pescou minha insinuação:
- A é? Então vou virar um fã da sua bunda!
- Nossa professor!!??? Desse jeito vou pensar que você está gostando da minha bunda!
- Perdão Lauro... É que faz muito tempo que estou longe de casa; você entende né?
Voltei a me aproximar da cadeira onde ele estava sentado e na maior cara de pau virei novamente a bunda na sua direção:
- Claro que eu entendo professor... Quer passar a mão na minha bunda? Eu deixo!
Ele foi com as duas mãos nas minhas nádegas:
- Noooossa... É maravilhosa!!!!!
Ele após me apalpar muito e dar alguns beijinhos da minha bunda:
- Porra Lauro; você está me deixando muito excitado!
Rapidamente me virei e fui agachando entre suas pernas:
- Deixa eu ver como está professor... Quem sabe eu posso fazer alguma coisa?!
Ele rapidamente abriu sua calça e colocou pra fora uma pica grossa e cabeçuda... Segurei, beijei, lambi e abrindo o máximo minha boca iniciei um gostoso boquete:
- Caaaaaralho Lauro... Como você chupa bem... Vai! Continua!...
Dois minutos depois:
- Para Lauro... Para que eu quero comer sua bundinha!
Fui pra cama ficando de joelhos com minha bunda virada pra que ele de pé pudesse alcançá-la com seu pau:
- Vem professor... Mete na minha bunda!
Ele me deu uma carcada que seu pau entrou todo numa só socada... Logo passou a socar com extrema violência como seu pinto fosse uma britadeira me furando. Ainda bem que eu tinha minha toalha próxima das minhas mãos... Ele me socou tão gostoso que mesmo sem colocar a mão no meu pau comecei a gozar... E depois de mais algumas pirocadas ele ficou parado enchendo meu rabo com sua porra. Ganhei mais um amigo interessado em me foder constantemente. Ele que tem suas aulas nas segundas-feiras chega sempre na cidade no domingo a tarde e fica numa pensão... Estou indo todos os domingos na pensão pro meu professorzinho me foder gostoso com seu grosso pauzão.


 
 
 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Contos: Acabaram com minhas pregas!!

 
 
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     O conto que vou descrever agora, na verdade aconteceu comigo ontem a noite e vou descrever o melhor possível!!
Ontem quando eu estava indo para a faculdade a noite, peguei o mesmo ônibus de sempre e para variar encontrei as mesmas pessoas, a rotina do dia a dia, mas quando estava a 2 pontos de chegar a faculdade, começa a minha aventura.
Um rapaz alto chega ao meu lado e pede para sentar no banco ao lado do meu, eu estava no corredor e ele passou por mim com, de frente para mim e reparei no volume de sua calça, mas disfarcei, acho que não muito pois ele sentou e deu uma mexida no saco e pau, dando uma valorizada no volume, só para ver minha reação, que como curioso que sou, dei uma olhada, como quem não quer nada.
Ele acabou puxando assunto e me perguntou se a faculdade XXX estava próxima, pois ele ia descer para encontrar ums amigos, e comentei com ele que era o meu ponto, e teríamos que descer.
Aproveitando ele me perguntou se aceitaria tomar uma cerveja, pois encontraria ums amigos e sairiam para assistir o jogo, era quarta feira, e se quisesse poderia ir.
Aceitei a cerveja, estava curioso e nem um pouco afim de ir assistir as aulas. Chegando no bar conheci os amigos dele, 5 caras, 3 negros fortes e grandes, 2 morenos claros, altos e magros, ele um moreno claro, forte, e eu um cara baixo e gordinho. Começamos a beber, mas o amigo que convidou para assistir o jogo, falou, vamos para casa e tomamos la, sai mais barato e comprei ums petiscos, e lá fomos.
Era pertinho e chegando la, parecia que conhecia todo mundo a um tempão e já me sentia em casa, tomamos cerveja e comemos ums aperitivos, e começou o jogo, e conversa vai e vem, perguntaram se o time deles ia ganhar e eu falei que não e me justifiquei, então apostaram comigo, se o time deles perder eu ia ter que fazer algo para eles, eu já fiquei cabreiro, mas excitado e topei, e o jogos acabou e o time deles ganhou e já começaram a falar, que ia cumprir a promessa, e perguntei o que era?? Você vai ter que dar pra nos, pois para entrar na nossa turma tem que dar para todos nós, topas?? Eu exitei, mas acabei aceitando e começaram a tirar a roupa e espôr as rolas, ainda moles mais grandes e grossa, senti que ia ser difícil de encarar, mais não me fiz de difícil e comecei a chupar, eles eram fodas, metiam a rola na minha gargante e me faziam ficar sem ar, engasgar, ate quase desmaiar, que tesão, nesta hora já estava todo molinho e entregue.
Foi quando um dos negros me pegou e fez sentar na vara dele e que vara, grande e grossa, entrou sem nenhum lubrificante, nem saliva, doeu um pouco, mas já pedi para bombar, pois queria sexo de verdade, e ele já anunciou, este cu é uma delicia e não tem frescura é chegar e meter fundo!!
Passei na rola de todos, uma verdadeira suruba, gozavam no meu cu e na minha garganta, já estava todo arrombado quando me colocaram 2 rolas juntas no cu, nem tentei evitar, entrou tão fácil que ate me surpreendi, e bombavam pra valer, uma delicia, meu cu estava sem prega nenhuma, só o rombo!!
Após horas de sexo, resolvemos para, pois já estava tarde e todos estávamos cansados,marcamos o inicio da minha entrada no grupo, fomos brindar com cerveja e todos firam contentes, pois a nova putinha era uma delicia!!

 
   

MEUS CAVALOS

 
 
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Olá pessoal, meu nome é Cris. Esse é o meu primeiro conto. Depois de muito relutar resolvi relatar o que aconetceu comigo qdo tinha 15 anos. Foi no interior de Pernambuco, numa cidade chamada Pesqueira. Meu irmão mais velho tarbalhava como vigia em um galpão, desses imensos e cheios de entulhos. Pois tratava-se de um depósito de reciclagem de materiais (Garrafas pet`s, latinhas e todo o tipo de plásticos). Em um sábado a tarde, fui ao galpão fazer companhia ao meu irmão, ao chegar ele me pede p/ ficar no seu lugar, pois ele teria que sair p/ fazer uns pagamentos da empresa, coisa de 40min. Fiquei então, andando no interior do galpão, olhando aquelas pilhas de fardos de plásticos já prontos p/ serem enviados as fábricas para reciclagem. Nesse momento entra dois catadores - Lima e Geni, nomes próprios mesmos, rindos bastante, pareciam que haviam bebido, pois estavam totalmente desorientados. Vieram em minha direção e perguntaram pelo meu irmão, disse que havia saído mas, voltava logo, perguntou se eu o estava substituindo, eu disse que não, apenas dando um tempo. Me perguntaram se eu toparia uma brincadeira de desafios e quem perdesse pagaria uma prenda, gostei e disse que sim....então me pediram p/ subir numa pilha de fardos de plasticos, relutei, mas insisti e não consegui, então olharam um para o outro, tiraram de uma das mochilas uma pequena garafa de cachaça, deram uns goles e disseram p/ mim: - Tá na hora de vc pagar a prenda. Levaram-me para os fundos do galpão, onde tinha um caminhão velho abandonado, entramos na cabine, um do lado do motorista e o outro no lado do passageiro e eu fiquei no meio. Fingiram estar dirigindo e o que estava naé direção tirou a sua pica p/ fora e pediu p/ eu passar marcha, a pica do cara era descomunal, de fato parecia ser mesmo um câmbio de marcha de tão grande que era. NUnca tive tendências homossexuais, mas tinha minhas fantasias eróticas e sempre com homens e aquela parecia ser uma ocasião propícia para a realização das fantasias. Bom, peguei aquele mastro e comecei a bolinar de um lado p/ outro como se fosse uma marcha, o Lima - o motorista gemia alto e saia uma gosminha do buraquinho de sua pica, depois de algum tempo trocaram de lugar e comecei a `passar marcha` no Geni e o LIma tentava enfiar a sua mão grossa e suja no meu short. Fiquei de lado e ele coseguiu, aos pouquinhos foi baixando o meu short e de repente já estava de quatro chupando um e sendo chupado no cuzinho pelo outro. O forte cheiro de urina era insuportável, mas aquela cena era melhor. O geni chupou tanto meu cuzinho que gozei e o LIma gozou fartamente na minha boca escorrendo porras pelos cantos. O outro me pegou pela cintura, cuspiu no meu rêgo e pôs aqueles 23 cm de pica em mim, chorei e gritei muito, mas ninguém ouviu, até que p Lima colocou sua pica, ainda meio mole na minha boca, fazendo-me calar. Geni socava com tanta força em mim que meu corpo era empurrando p/ frente, de repente ele me apertou com mais força na cintura e senti um liquidozinho enchendo todo o meu cú, ele urrava e socava....sentime-me como uma verdadeira puta. Deitou-se por cima de mim e ficou assim por um bom tempo, depois saiu e deixou-me a sos com o Lima, que tirou toda a sua roupa me pôs de quatro fora da cabine e empurrou a sua pica, mas desta vez como estava encharcado com a porra de Geni, entrou mais suave, só que ele demorou demias p/ gozar e sentia seu hálito fétido mordendo a minha orelha e babando na minha nuca, depois de quase uns 15 minutos ele gozou na minha bunda, tirou seu pau do meu cú e lambeu toda a porra que escorria dele....tentpu me beijar com a boca cheia de gala, mas eu recusei...então ele cuspiu a porra na minha cara. Peguei meu short e fui p/ um beco onde tinha uma mangueira p/ me lavar. Coloquei a mangueira no meu rabo p/ sair toda a porra. Uns 20 min depois e meu irmão chegou. Já estava todo limpo, mas o cú não podia dizer o mesmo. Arregaçado, arrombado por dois na primeira vez. E-mail: boavida.sempre@hotmail.com

 
 
  
 
 

MEU IRMAO ME COMEU A FORÇA

 
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Meu nome é Luiz, hoje estou com 18 anos, mais na época em que os seguintes fatos ocorreram tinha 14!
Meus pais sempre viajavam muito, e ficávamos eu e meu irmão Lucas em casa, ele tem 25 anos hoje! Sou gay assumido, mais na época ninguém sabei, Lucas era muito intrometido, mexia em minhas coisas sem pedir entrava e saia do meu quarto sem que eu percebesse, meus pais estavam viajando para fora do estado há trabalho, ficamos eu e Lucas em casa.
No dia seguinte após chegar da escola resolvi trocar torpedos com meu namoradinho, quando sem querer vou à cozinha e deixo meu iphone em cima da cama, não sei como mais Lucas sábia a minha senha, ele leu todos os meus torpedos que o meu namorado me enviou, demorei uns 15 minutos lá em baixo, resolvi subir para o quarto!
Quando chego lá, encontro Lucas estava com meu iphone na mão, e olhou pra mim e me perguntou? "Que palhaçada é essa, você está namorando homem, por quê?".
Eu sem saber o que falar logo disse, "Lucas não conta para nossos pais, eles vão me matar!".
Lucas disse, "só não conto para eles se fizer o que eu pedir". Eu sem mais alternativas disse, "faço tudo que quiser mais no conta".•.
Lucas colocou seu pênis para fora e falou, "o deixa bem durinho". Logo fui com a mão, mais ele disse, comece a chupar ele, quando o pênis de Lucas estava duro, ele falou, "quero meter bem gostoso nesse cozinho", ele tirou toda minha roupa, colocou uma camisinha, passou lubrificante, e enfiou, eu era virgem, doeu muito, saio até sangue, Lucas tinha 20 Cm de pênis, mesmo com sangue saindo, e eu gemendo de dor ele continuou enfiando, cada vez mais forte, Depois, de uns meses ele veio me procurar, para pedir desculpas, desde então nunca mais transamos! Somos como quando, estava quase gozando, Lucas tirou o pênis para fora, e colocou perto do meu rosto , e gozou no meu rosto todinho, e depois me deu um beijo e falou, não conta isso pra ninguém, mais foi uma delicia transar com você!
melhores amigos hoje!
Mais hoje se o gostoso quizer, fazer sexo, faço tranquilamente, pois adoro fazer isso agora!